O Voando em Moçambique é um pequeno tributo à História da Aviação em Moçambique. Grande parte dos seus arquivos desapareceram ou foram destruídos e o que deles resta, permanecem porventura silenciosos nas estantes de muitos dos seus protagonistas. A História é feita por todos aqueles que nela participaram. É a esses que aqui lançamos o nosso apelo, para que nos deixem o seu contributo real, pois de certo possuirão um espólio importante, para que a História dessa Aviação se não perca nos tempos e com ela todos os seus “heróis”. As gerações futuras de certo lhes agradecerão. Muitos desses verdadeiros heróis, ilustres aventureiros desconhecidos, souberam desafiar os perigos de toda a ordem, transportando pessoas e bens de primeira necessidade ou evacuando doentes, em condições meteorológicas adversas, quais “gloriosos malucos das máquinas voadoras”. Há que incentivar todos aqueles que ainda possuam dados e documentos que possam contribuir para que essa História se faça e se não extinga com eles, que os publiquem, ou que os cedam a organizações que para isso estejam vocacionadas. A nossa gratidão a todos aqueles que ao longo dos tempos se atreveram e tiveram a coragem de escrever as suas “estórias” e memórias sobre a sua aviação. Só assim a História da Aviação em Moçambique se fará verdadeiramente, pois nenhum trabalho deste género é suficientemente exaustivo e completo. A todos esses ilustres personagens do nosso passado recente que contra tudo e todos lutaram para que essa história se fizesse, a nossa humilde e sincera homenagem.

A eles dedicamos estas linhas.

José Vilhena e Maria Luísa Hingá

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Quem tiver fotos e/ou documentos sobre a Aviação em Moçambique e os queira ver publicados neste blogue, pode contactar-me pelo e-mail:lhinga@gmail.com

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Por motivo alheio algumas das imagens não abrem no tamanho original. Nesse caso podem selecionar “abrir imagem num novo separador” ou “Guardar imagem como…”.

01/12/06

155- Aviões da DETA no aerodrómo de António Enes




A primeira vez que andei de avião, foi nos fins do ano 1966, ou princípio do ano 1967. O percurso foi:
Beira/Quelimane em F27 – Friendship
Quelimane/António Enes, em DC-3, devido a que os F27 não podiam aterrar em António Enes.
. Estas fotos enviadas pelo Professor Raul Ferrão, parapatense de honra, avivaram as minhas memórias da adolescência.
Obrigada.

4 comentários:

Anónimo disse...

Alguém se lembra do comandante Celestiano d'Assunção Nunes o fundador da TAZ? Ele ainda conta muitas histórias e peripécias desses anos gloriosos... (sou a filha do comandante Nunes)

Luisa Hingá disse...

Olá:
Já deixei a sua pergunta no Facebook na página -Voando em Moçambique.
Porque não nos manda as histórias do seu pai?
Tem fotos relacionadas com a aviação desse tempo?
Obrigada.
Ao dispor
Luísa Hingá

Anónimo disse...

ola Luisa! gostaria de saber e rever a historia que do sr Pacheco Paradela morador de Antonio enes. e que trabalhava no banco,ele era aluno de aviacao,este senhor foi vitima de aviacao,gostava se alguem tivesse uma foto dele ou da familia dele um abraco..

Luisa Hingá disse...

Obrigada pelo seu comentário. Vou tentar saber através da página de Angoche, no Facebook.

Agradecia a sua identificação.

Ao dispor
Luísa Hingá